No local, foi encontrada uma vasta quantidade de embalagens, caixas, rótulos para o fabrico de medicamentos. Gota do Zeca, Charque Verde, Diabetfim, Emagrecim, aguardente da Natuquímica e Cerveja Preta eram alguns dos medicamentos fabricados no local, que não possuía nenhuma condição sanitária para funcionar. Também foram encontrados vários tonéis de álcool e sacos de ervas, bem como máquinas para lacres de embalagens.
A ação foi desencadeada após denúncia de uma empresa piauiense de aguardente que, ao perder mercado na cidade passou a suspeitar dos fatos e denunciou à Vigilância Sanitária Estadual do Maranhão.
Onde funcionava a fábrica clandestina foi encontrada uma pessoa, que informou que a residência havia sido alugada por um homem identificado como Ronaldo, preso em flagrante no dia anterior, acusado de vender medicamentos falsificados e que ele o havia convidado para trabalhar com naquele local, mas nunca imaginou que seria ilegal tal atividade.
A operação localizou outra residência na rua da Palmeirinha, onde eram armazenados os medicamentos, e a suposta farmácia, que, na realidade, funcionava como distribuidora e um depósito ao lado.
As informações são do MPMA