Por isso liberou seus aliados para votarem de acordo com a posição nacional de cada partido. Mas seu voto pessoal é da presidente Dilma Rousseff.
Enquanto isso, vai escolher por toda esta semana os nomes da equipe que fará a transição de governo, tendo optado por alguns dos aliados e dois técnicos que moram em Brasília.
Dino trará da capital federal o ex-secretário de Planejamento em Minas de Gerais e do Maranhão dos governos de Aécio Neves e José Reinaldo Tavares, o economista Simão Cirineu, e um técnico ligado ao PCdoB.
Três outros nomes estão sendo cogitados, deputado Marcelo Tavares, delegado Jefferson Portela, e do irmão advogado Sálvio Dino. É provável que o irmão não seja convocado para compor a equipe futura de governo.
Os aliados de última hora, dentre eles cinco deputados estaduais, estão defendendo o nome do parlamentar Hélio Soares para a secretaria de Esporte e Lazer.
Também estaria quase acertada a nomeação do deputado federal eleito José Reinaldo Tavares para a Casa Civil para que ele possa ser o elo de ligação do governo com a classe política e garantir uma das duas vagas que serão disputadas em 2018 para o Senado Federal. Um acordo para que o ex-governador possa fechar a carreira política com chave de ouro.