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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Briga de foice no escuro expõe imagem do Judiciário do Maranhão


Desembargadora Cleonice Freire, presidente do Tribunal de Justiça, solicitou auditoria ao CNJ
Desembargadora Cleonice Freire, presidente do Tribunal de Justiça, solicitou auditoria ao CNJ
Há uma briga interna dentro do Tribunal de Justiça que vai aos poucos expondo as vísceras do Poder Judiciário do Maranhão; coincidentemente no exato momento em que o TJ é presidido por uma mulher desembargadora. Discriminação ou pura armação. Só o tempo dirá.
As denúncias feitas somente agora de práticas sempre existentes no Poder nem sempre estão carregadas de verdades. Os reajustes salariais de desembargadores e juízes beneficiam a todos e não somente a quem ocupa o cargo de presidente.
O acúmulo de verbas existe lá e nos outros dois poderes. Na Assembleia Legislativa, por exemplo, o portal da transparência aponta ganhos por parlamentares que são corretos quando acumulam e são pagos dois ou três meses depois.
A medida da presidente do TJ, desembargadora Cleonice Freire, de solicitar do Conselho Nacional de Justiça uma auditoria na folha de pagamento, foi das mais acertadas.
O CNJ poderá constatar que se existem erros ou vícios nos recebimentos e todos estarão condenados pelos recebimentos que até aqui não se mostram como incorretos.

O que existe de fato no TJ é uma briga de foice no escuro. O fogo amigo que devora honras pode deixar as labaredas tragarem a união entre os membros mais importantes do Judiciário maranhense.

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