Não sei se o assunto é para ser tratado como um quadro grave de paranoia ou apenas como um mega factoide na tentativa de criar uma espécie de “carta de seguro” da oposição para ter como alegar depois: “a gente avisou que haveria fraude”. Ou seja, tudo milimetricamente pensado pelos “bruxos” para ser usado no futuro em caso de derrota na eleição de governador.
Em primeiro lugar, temos que confiar nas instituições que atuam no estado, não somente no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), mas no Ministério Público Eleitoral (MPE), na Policia Federal, enfim, em todos os órgãos e autoridades constituídas que têm como atribuição constitucional zelar pelo processo democrático da campanha e pela licitude nas eleições.
Em segundo lugar, nenhuma força política, partido ou coligação é mais ética do que outra. Todas são formadas por homens e mulheres com suas virtudes e vícios, logo eleições limpas não é aspiração de uma única candidatura, por exemplo.
Em terceiro lugar, uma coisa são “observadores nacionais” autorizados, conforme os preceitos legais, para acompanhar as eleições nos estados em casos extremos, outra completamente diferente é contratar “alienígenas” para atuarem na campanha visando vender ao país a ideia de que as eleições no Maranhão são viciadas.
Por fim, essa conversa mole de “observadores nacionais” tem como objetivo tão somente manter um velho ritual lúgubre, e já batido, da oposição local: expor o Maranhão ao ridículo no cenário nacional - até o ministro “herói” da oposição anti-petista e do PIG, Joaquim Barbosa, está sendo explorado para este fim.
Não se trata de “observadores nacionais” coisa alguma…
Estão mais para a praticante de voyeurismo eleitoral em tempos de redes sociais.
Lamentável!