A situação é tão dramática, por conta da falta de quadros no PMDB, que eles já buscam a possibilidade de convencer um membro do PSDB para entrar na disputa. Este seria o ex-prefeito de São Luís, João Castelo. Só que não dará certo!
Por orientação do presidenciável Aécio Neves, o PSDB só coligaria com o PMDB caso este garantisse o palanque presidencial no Maranhão. Mas como o PT está unido com os peemedebistas, eles não aceitam essa condição e muito menos os tucanos coligados.
Desta forma, alheio a crise governista, Roberto Rocha vai caminhando para quem sabe uma vitória tranquila ao Senado. O socialista sabe que não pode errar, a disputa apesar de majoritária é apenas em um turno, sabedor disso ele mantém sua agenda de pré-campanha, aglutinando forças e mostrando para os maranhense, que precisa-se mudar a representatividade do estado no Congresso Nacional.
Em todas as pesquisas de intenções de voto realizadas neste ano, o filho do ex-governador Luiz Rocha está na frente e na próxima rodada de analise da preferência do eleitorado, este cenário deve ser confirmado e ampliado.
Apesar de toda esta vantagem, Roberto Rocha não admite o clima de já ganhou e se mantém sereno, focado no seu propósito que deve ser alcançado de forma justa, após abrir mão por três eleições estaduais seguidas.